24 de abril de 2010

Desalojamento Urbano


Foi uma das grandes questões tratadas no World Urban Forum V, realizado nos Armazéns da Zona Portuária e também uma questão recente e cara ao centro do Rio de Janeiro. Ao lado da sala Cecília Meireles houve, ano passado, a remoção de pessoas de um prédio em ruínas, onde funcionava um depósito de bebidas no térreo, . Ao que tudo indica foi um processo pacífico e cuidadoso, sendo que ao final, o prédio teve as portas cimentadas para impedir futuras invasões.
Gostaria de ter assistido o tema acima relacionado ao Forum, do qual eu fui um participante acidental. Só consegui mesmo entrar na palestra sobre Refugiados (um tema recorrente na minha vida) mas queria mesmo ter tempo pra assistir temas relacionados ao Desalojamento, como por exemplo, o da Revitalização de Bairros das Metrópoles. Se eu tivesse me inscrito com antecedência... mas fiquei na fila de espera -mais de 20 pessoas na minha frente pra esta palestra. A única que tinha fila de espera menor, com 2 pessoas me antecendendo, era a de Refugiados (e isso depois de eu rodar veloz e praticamente o evento todo atrás de uma palestra que me interessasse e não tivesse fila de espera em pé). Como eu já estava exausto, ingressei na que tinha fila menor e consegui -com muito custo- entrar alguns minutos atrasados na sala da palestra do Side Event "Refugiados".



Ganhei sacola e bloco de anotações bem antes, no credenciamento feito na entrada do evento. E é claro que deu pra penetrar mais tarde em uma palestra ou outra, já sem fila na porta. Depois aproveitei pra ir a uma grande exposição de diferentes países (em anexo) oferecendo em seus stands publicações, CDs e outros presentinhos... Ganhei um brinde da Bahia (um souvenir com um capoeirista de cabeça pra baixo, ao lado de um coqueiro)! O inusitado facilitador de acesso ao evento foi... um cartão do metrô, que permitia gratuitamente o deslocamento pela cidade nos dias do evento (Ah, se fosse eterno enquanto se vive a vida...). Pelo menos saí de van ouvindo o italiano e o inglês dos participantes. Acabei não usando o tal do cobiçado cartão do metrô ;) Mas que tudo fique tranquilo: o tema do desenvolvimento urbano não tem mesmo como sair da minha cabeça...
Prolongue este OlhO e rume com advérbio para:
http://www.unhabitat.org/categories.asp?catid=584
http://wuf5.cidades.gov.br/pt-BR/Home.aspx

30 de setembro de 2009

A ressurreição

Já estava pensando em retomar lentamente a atividade desde blog. Para sair do lugar comum, decidi que desta vez a foto a ser celebrada neste blog, será uma alheia, em um blog alheio. A de Quinta, 2 de Julho de 2009... Fiquei encantado com a iniciativa da pesquisa sobre as Formigas Saúvas e a saúdo com todo respeito, mostrando o caminho aqui até onde se esconde o formigueiro. E agora vocês já podem ir cavando novos túneis porque o blog tem que continuar. Há novas cores no fim do túnel e outros links também: é só acompanhar!


Blog Formiga Saúva

Blog Ação de Vagar: A Exposição Debret na Casa França-Brasil

Blog Ação de Vagar: Painéis,mapa, gráfico e desenho: tudo é de Charles

Blog Ação de Vagar: Caminhando pelos ramos evolutivos

Blog Ação de Vagar: Moda Científica

2 de janeiro de 2008

O Jipe


Uma das cenas do início de Novembro de 2008, que marcaram presença no 2. andar da UERJ, foi a do jipe construído pelos alunos. Pena que não havia um monitor que demonstrasse os movimentos do veículo naquele dia. Mas parabéns a toda equipe desse projeto!

16 de dezembro de 2007

Um projeto irmão

Eu ganhei esse de lembrança de Natal. E não resisti: tive que divulgar a idéia porque é genial. O projeto Coral-Sol tem a missão de diminuir a presença do Tubastraea Cocinea e Tubastraea Tagunensis que é o próprio Coral-Sol. Eu fui na UERJ e fui atendido por uma estagiária muito simpática e acabei comprando vários desses pesos de papel e distribuí entre amigos e conhecidos que adoraram. Tem de vários preços para todos os bolsos. Tem uns agora que vem com um furo metálico na madeira para pôr incenso. O porta-retrato eu vi mas não perguntei o preço e cabe uma foto 10X15 e o coral fica nos cantos da moldura pintado de azul. O importante é que este coral que chegou através de plataformas de petróleo e se instalou nos costões rochosos agora está sendo retirado de lá em parceria com as comunidades tradicionais litorâneas. A renda é revertida em 100% para erradicar esta praga marinha que compete com a fauna e flora nativas. O selo verde e o número de série garantem que o coral está sendo retirado do ambiente de forma correta e manejada, evitando a biopirataria, que existe no caso dos corais nativos. O projeto tem apoio da UERJ e outras formas de ajuda ao projeto estão no site www.biodiversidademarinha.org.br. Em 2008 o meio ambiente vai brilhar: não só em baixo d´água mas quem sabe em nossas mesas...